Estudo coreano confirma achados do CHANCE e POINT em AVCi minor

Um estudo com mais de 5000 mil pacientes em registro nacional de casos de AVCi na Coreia do Sul confirmou o benefício da dupla antiagregação plaquetária, em pacientes similares aos do estudo CHANCE e POINT.

Em follow-up de 90 dias, as taxas de recorrência de AVC, infarto e morte de causa vascular foram menores (9.9% versus 12.2%, HR 0.79 [0.67–0.95]).

 

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Kim et al. Comparative Effectiveness of Aspirin and Clopidogrel Versus Aspirin in Acute Minor Stroke or Transient Ischemic Attack. Stroke 2019. 

Livre-Docente na Neurologia Vascular da UNIFESP

A mais nova Livre-Docente da Disciplina de Neurologia da UNIFESP, professora Gisele Sampaio, foi aprovada na semana passada, com louvor, pela banca de examinadores do concurso da Universidade.

Parabéns, Gisele!!!!!!!! Conquista mais que merecida, e que nos orgulha muito!!!!!!!

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Site Neurounifesp.com.br. A Disciplina de Neurologia tem o orgulho de contar com a mais nova Professora Livre-Docente desta Universidade

Novas diretrizes ACC/AHA do manejo do colesterol – 2018

Diretriz publicada concomitantemente ao gigante congresso da AHA 2018, que ocorreu este ano em Chicago, USA.

 

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Grundy et al. 2018 AHA/ACC/AACVPR/AAPA/ABC/ACPM/ADA/AGS/APhA/ASPC/NLA/PCNA Guideline on the Management of Blood Cholesterol. A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Clinical Practice Guidelines. Circulation 2018.

Será??!?!?!?! Apple Watch 4 poderá detectar FA?

Por Maramélia Miranda e Felipe Barros **

Atualização em tempo real.

O evento da Apple hoje em Cupertino, na Califórnia, mostrou, além dos novos modelos de iPhones, a 4a. geração do Apple Watch, com a promessa de, já tendo sido certificado pelo FDA, detector fibrilação atrial, bradicardias e fazer um ECG…

Será? Holter de 365 dias?!

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Burns M. Apple Watch Series 4 can detect AFib and perform an ECG. www.techcrunch.com. Acessado em 12 set 2018. 

Warren T. Apple Watch Series 4 includes a bigger display and a built-in EKG scanner. In: The Verge.

Video do Youtube.com – Introducing Apple Watch Series 4

https://www.apple.com/br/apple-watch-series-4/

** Felipe Barros é neurologista clínico, pós-graduando em Neurologia Vascular na UNIFESP/EPM, fissurado, como eu e muitos de vocês, leitores, em tecnologia.

PS. Não sou applemaníaca, mas se isso se confirmar… Vai ficar difícil não usar…

Ultrassonografia transcraniana em Doença de Parkinson

Super legal! Paper detalhando a experiência do grupo de Brasília, do Hospital de Base – Centro de Referência em Parkinson e Distúrbios do Movimento, no diagnóstico de parkinsonismo e DPI (doença de Parkinson idiopática).

O estudo da colega de BSB Talyta Grippe mostrou alta sensibilidade (93,4%) e especificidade (86,6%) para o diagnóstico de DPI.

Aqui vou fazer um chamado: Quais colegas, e onde, estão disponibilizando este exame no Brasil? Respondam na área de comentários, pois vou relacionar e publicar aqui a lista dos nomes e locais no nosso país.

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Grippe et al. Is transcranial sonography useful for diagnosing Parkinson’s disease in clinical practice? Arq Neuropsiquiatr 2018.

Walter & Skoloudik. Transcranial Sonography (TCS) of Brain Parenchyma in  Movement Disorders: Quality Standards, Diagnostic Applications and Novel Technologies. Ultraschall in Med 2014. Artigo de revisão em inglês.

Berg & Walter. Transcranial Sonography in Movement Disorders. Ed. Science Direct. Livro sobre o tema.

Li et al. Diagnostic Accuracy of Transcranial Sonography of the Substantia Nigra in Parkinson’s disease: A Systematic Review and Meta-analysis. Nature Scientific Reports 2016.

WAKE-UP Trial: Publicado!

Estudo bem importante, o WAKE-UP – Efficacy and Safety of MRI-Based Thrombolysis in Wake-Up Stroke – avaliou pacientes com sintomas leves-moderados de AVCi, tempo de início dos sintomas desconhecido, e seleção por imagem com Ressonância Magnética.

O critério usado para a inclusão dos casos foi a presença de mismatch entre as sequências de difusão (DWI) e FLAIR (lesão com restrição à difusão e sem hiperintensidade no FLAIR), excluídos casos com oclusão arterial de grande vaso, e os tratamentos testados foram alteplase EV versus placebo. Os desfechos clínicos foram melhores no grupo ativo do que no placebo.

O estudo foi interompido pela parade de seu financiamento, não atingindo o n planejado de 800 pacientes, mas conseguiu randomizar pouco mais de 500 pacientes nos dois grupos de tratamento.

Foi positivo, mas com esta ressalva.

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Thomalla et al, from WAKE-UP Investigators. MRI-Guided Thrombolysis for Stroke with Unknown Time of Onset. NEJM 2018.